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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Um momento comovente entre ser humano e animal


Wounda é uma chimpanzé que recebeu este nome por causa do estado em que foi encontrada (quer dizer "quase morta" no congolês). Graças ao instituto da famosa Dra. Jane Goodall, ela conseguiu se livrar das doenças que a estavam deixando fraca e sem peso. Por fim, chegou o dia em que Wounda regressou à natureza.

E é este momento que o vídeo abaixo captura. Chega a ser impressionante o fato de um chimpanzé selvagem tomar uma atitude como essas, ainda que tenha permanecido em cativeiro para receber tratamento especializado. Não deixem de assistir! No link da reportagem do Daily Mail tem várias fotos do projeto da Dra. Jane. Ah, lá o vídeo também tem resolução melhor, tentei colocá-lo aqui mas ele fica muito grande e bagunça o lay-out do blogue.


Reportagem: James Gordon
Foto: Jane Goodall Institute - Fernando Turmo
Daily Mail

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Angélique Namaika: a congolesa que devolve a esperança


Através do amigo Pascoal chegamos à estória fantástica da irmã Angélique Namaika. Como foi ele quem descobriu a notícia, vou transcrever também as palavras dele: 

"Simplicidade e altruísmo! Com tão pouco é possível fazer tanto e nós com tudo que temos... Histórias como essas me deixam maluco! O que define as pessoas é o que elas fazem e não o que falam!"

Confiram no link abaixo e não esqueçam de assistir ao vídeo!

Reportagem: Por Dentro da África
Foto: Reprodução/Vídeo
Por Dentro da África

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Jovem perdoa cobradora que expulsou sua irmã do trem


Uma notícia que não deveria ser notícia, e sim uma atitude corriqueira. Quantos processos não deixariam de entupir nossos tribunais se atitudes assim fossem mais comuns?

Reportagem: Clara Guibourg
Foto: Conny Sillen
The Local - Sweden´s News In English - Suécia

Grace Keyenga, a irmã mais velha de uma menina de 11 anos que foi expulsa de um trem pela cobradora no início desta semana, considera o episódio encerrado.

"Eu a perdôo, e peço que não a demitam", disse ela, ao falar da mulher que decidiu expulsar à força sua irmã mais nova.

"Sei por experiência própria como é difícil levar a vida sem um trabalho, e além disso, acredito que ela já aprendeu a lição. Ela nunca mais fará isso novamente".

Ela sabe que o fato repercutiu enormemente nos meios de comunicação, mas diz que junto com os demais irmãos, ela experimentou situações muito piores em sua terra natal, a República Democrática do Congo. "Comparando com a minha vida no Congo, este é um episódio insignificante", diz.

O incidente que causou uma avalanche de críticas à companhia de trens SJ ocorreu durante uma viagem entre as cidades de Örebro e Gothenburg.

As duas garotas compraram tickets dentro do trem, exatamente da mesma condutora que pouco depois colocou a irmã de Grace, Neema para fora. Ela havia dito a Grace que crianças menores de 15 anos acompanhadas de um adulto não pagavam, portanto, um ticket apenas era suficiente. "A mesma condutora que expulsou minha irmã era a mesma que havia nos dado esta explicação e vendido a passagem apenas algums momentos antes".

Grace havia ido ao banheiro e levado consigo o ticket e, nos dez minutos em que ficou ausente da irmã, a condutora passou por onde estava Neema e solicitou o bilhete ou dinheiro. Como ela não tinha nenhum dos dois, foi deixada logo depois em uma estação da cidade de Kumla.

Depois de uma longa noite atrás da irmã e toda a preocupação se ela estaria bem, às 8h da manhã seguinte Grace finalmente soube que uma mulher havia tomado conta dela.

Com um final relativamente feliz, Grace quer esquecer o acontecido.

"Não quero mais lembrar disso. Encontrei minha irmã, que é minha melhor amiga. Teria sido uma catástrofe para mim se algo tivesse acontecido a ela".

A condutora foi suspensa e, apesar do clamor público, os responsáveis pelos transportes públicos ferroviários preferiram dizer que o infortúnio foi causado pela falta de procedimos mais claros em casos como este.