A propósito...

O objetivo deste blog é o de coletar, todos os dias, notícias verdadeiramente positivas e edificantes em prol de um mundo melhor. Colabore para a nossa cura, dedique um tempo para enviar boas vibrações ao planeta! Para entender melhor, leia o Editorial
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domingo, 25 de outubro de 2015

Numa cidade canadense, o Natal é em outubro por uma bela razão



O canadense Evan Leversage, de sete anos, lutou bravamente contra um câncer no cérebro por cinco anos. No entanto, recentemente os médicos constataram que o tumor infelizmente aumentou de tamanho e se espalhou para outras partes da cabeça.

Uma vez que Evan possivelmente não vá sobreviver até o Natal, sua mãe Nicole Wellwood, juntou sua família para comunicar a terrível notícia e perguntou a eles se não se importariam em transferir o Natal para o mês de outubro.

Pois o impensável aconteceu. O restante da família conseguiu mobilizar toda a comunidade de St George (cidade onde moram) através de arrecadação de fundos e uma página no Facebook. 

Evan ganhou uma desfile de Natal em frente à sua casa, incluindo a visita do Papai Noel. Centenas de moradores da cidade se engajaram na campanha e anteciparam a decoração natalina de suas casas. Além disso, milhares de pessoas do mundo inteiro mandaram mensagens pelo Facebook, desejando a Evan um feliz Natal.



Reportagem: Karen Morrison
Fotos: Mercury
The Sun

sábado, 2 de agosto de 2014

A jovem que ensina língua inglesa a moradores de rua do Rio


Uma reportagem do Globo mostra as alegrias e agruras de ser voluntária junto a uma comunidade de moradores de rua do Rio de Janeiro. A responsável pela ideia é Melina Cardinal, uma canadense que veio ao Brasil realizar serviços de voluntariado, uma prática muito comum entre os jovens daquele país. Ela já trabalha em uma ONG, mas decidiu, por conta própria, tentar ensinar inglês aos sem-teto. Vale a pena conferir a matéria na íntegra, pois só quem já foi ou é voluntário sabe das dificuldades de levar adiante um projeto como este por causa das más condições do "público-alvo", sejam de saúde física ou psicológica.

Reportagem: Fernanda Pontes
Foto: Márcia Foletto
O Globo

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Homem oferece sapatos a um necessitado e volta descalço para casa


No Canadá, um pequeno gesto de caridade vem se tornando viral pelas redes sociais. O testemunho é do motorista de ônibus, Surjit Singh Virk.

Ele conta que viu um homem subir no ônibus usando duas tocas de plástico para cobrir os pés. Um passageiro que estava à bordo também reparou nos "calçados" improvisados. 

Imediatamente, ele tirou os sapatos e as meias que calçava e os entregou ao estranho. "Pode ficar com eles. Não se preocupe comigo, eu moro aqui perto e posso caminhar tranquilamente", conta Surjit, ainda emocionado com a cena.

A imprensa conseguiu encontrar o homem de bom coração, que não quis se identificar porque de acordo com sua fé - ele é muçulmano - atos de caridade devem sempre permanecer anônimos. Neste ponto um parênteses: não é apenas o islamismo quem prega este ensinamento.

Reportagem: Yasmine Hafiz
Foto: Salim Jiwa/Surjit Singh Virk
The Huffington Post

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Viúvo se comove ao ver um casal de namorados e paga a conta do jantar


Um causo do mundo real que mais parece ter saído de filmes. Um canadense, Lee Ballantyne, estava jantando num restaurante pela primeira vez só desde que sua esposa, Carol, faleceu de câncer no final do ano passado. Ele então se deparou com um casal  que o fez lembrar dos tempos felizes do casamento.

Num gesto de generosidade, Lee decidiu pagar o jantar daquele jovem casal, deixando um bilhete com o proprietário no qual explicava suas razões. Também pediu para que a boa ação fosse passada para frente. Nem é preciso dizer que o casal ficou maravilhado com a atitude. O proprietário, antes de entregar o bilhete, bateu uma foto e depois postou na Internet, onde obviamente se tornou um viral.

Muita gente contestou a autenticidade e/ou as boas intenções de Lee Ballantyne. Coube então ao filho, Jason, dar seu testemunho de que sim, "não só a estória é verdadeira como também se trata de pessoas reais lidando com uma perda devastadora" - uma referência à morte de sua mãe e à falta de educação de alguns comentaristas.

Abaixo, a tradução do bilhete do sr. Ballantyne:

" Olá. Vocês não me conhecem, mas minha linda esposa de um casamento de 43 anos faleceu na última semana. Esta noite, eu jantei sozinho pela primeira vez (desde que ela partiu). Vocês me fizeram lembrar de nós há muitos anos atrás. Por favor, permitam-me pagar o jantar de vocês. Aproveitem! Isso irá colocar um sorriso no rosto da Carol e também me deixa feliz...por enquanto. Feliz Ano Novo! Lee B. [...]"

Reportagem: David McCormack
Foto: n/a
Daily Mail

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Homem que ajudou motorista é salvo por ela alguns quilômetros depois*


Uma história incrível...quem assistiu à saga Matrix certamente se lembrará dos debates filosóficos sobre destino entre Neo, Morpheus e o Oráculo...

Reportagem: Mary Lynn Smith/Paul Walsh
Star Tribune

* Livre tradução resumida

Um canadense - Victor Giesbrecht - que dirigia em companhia da esposa por uma rodovia americana viu duas mulheres em apuros à beira da estrada, com o pneu do carro furado. Imediatamente, ele parou e perguntou se poderia ajudar, uma atitude que surpreendeu as motoristas, Sara Berg e sua prima, Lisa Meier. Elas contam na reportagem que ficaram extremamente agradecidas, pois é muito difícil as pessoas pararem para ajudar hoje em dia, e nunca se sabe o que pode acontecer.

Ao completar o serviço, Victor despediu-se de Sara Berg com um aperto de mãos e uma frase que se revelou uma profecia alguns quilômetros mais tarde: "Alguém lá em cima me colocou no lugar certo na hora certa", disse, referindo-se à ajuda prestada.

Ambas as famílias seguiram viagem e, depois de alguns minutos, Sara Berg passou pela caminhonete dos Giesbrechts, que estava encostada. Ela voltou, pois pensou que eles pudessem ter esquecido alguma coisa. Não era nada disso. A esposa de Victor acenava freneticamente, pois o marido havia, aparentemente, sofrido um ataque cardíaco.

Sorte ou coincidência, Sara Berg, a mulher a quem Victor havia ajudado é enfermeira certificada e rapidamente começou a realizar os procedimentos de emergência - massagem cardiovascular, depois completada por respiração boca-a-boca feita por uma patrulheira, que atendeu primeiro ao chamado de emergência feito pela prima, Lisa Meier.

Victor Giesbrecht foi atendido cinco minutos depois, por uma equipe de emergência que chegou ao local com um desfibrilador e o removeu para o hospital.

Segundo o cardiologista Dr. Regis Fernandes, mais de 400 mil pessoas morrem nos Estados Unidos a cada ano de ataque cardíaco. O percentual de pessoas que sobrevivem fora do hospital é entre 1% e 6%, e a ausência de procedimentos de emergência como massagens cardiovasculares contribui muito para esse baixo percentual. Dr. Fernandes tem certeza de que os procedimentos feitos por Sara Berg ajudaram e muito a aumentar as chances de sobrevivência de Victor.

No entanto, Sara ainda se sente culpada: "Pode ser que o esforço feito para nos ajudar com o pneu furado tenha causado o ataque...no entanto, as pessoas nos dizem que talvez este incidente nos tenha colocado no lugar certo e na hora certa, justamente quando ele precisaria de ajuda".

Ann Giesbrecht, esposa de Victor, no entanto fez questão de emitir um comunicado através do hospital onde o marido está internado, dizendo que conversou com Sara e disse a ela: "Você na verdade salvou a vida dele".

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Canadense criou sua rede social com mensagens em garrafas

Vídeo em inglês aqui
Algo sobre pessoas conversando no mundo e, mais do que isso, trocando energias positivas.

BBC News/msnbc Giving

Um canadense que enviou mais de 4.800 mensagens dentro de garrafas pelo oceano Atlântico nos últimos 15 anos recebeu mais de 3.100 respostas de pessoas que as encontraram.

Harold Hackett utiliza garradas de suco para enviar suas mensagens, e sempre solicita que a pessoa responda a ele. Já recebeu respostas da Rússia, Canadá, Reino Unido, Islândia, Bahamas e África.

Ele diz que jamais esperou receber tantas respostas, e tão rapidamente. As pessoas que respondem a ele se tornam muito mais do que apenas um correspondente de uma carta só. Harold recebe, todo ano, cerca de 150 cartões de Natal, souvenires e presentes, razão pela qual ele não coloca seu telefone nas cartas - prefere receber cartas à maneira antiga.

Toda semana, ele manda cerca de 200 garrafas, e não pensa em parar.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Cientistas desenvolvem vírus que ataca células cancerígenas



Uma solução promissora para a cura dessa doença que devasta tantos lares. Abaixo, apenas alguns trechos da reportagem. O vírus combate apenas céluas doentes, preservando o tecido saudável. Para ler a matéria inteira, clique no link


Reportagem: BBC Brasil
Foto: SPL
BBC Brasil


O implante na corrente sanguínea de um vírus modificado que combate especificamente células cancerígenas pode ser a nova promessa da ciência no combate ao câncer. A descoberta é fruto de uma pesquisa internacional conjunta liderada pela Universidade de Otawa, no Canadá.

Os pesquisadores observaram que o vírus interrompeu momentaneamente o crescimento dos tumores em seis pacientes após a aplicação. Por questões de segurança, apenas uma dose foi administrada.

[...] "Estamos muito empolgados porque pela primeira vez uma terapia viral se mostrou consistente e efetiva com o vírus replicando no tecido cancerígeno após aplicação intravenosa em humanos".

terça-feira, 26 de julho de 2011

O melhor amigo de um soldado*



Reportagem: Laura Baziuk
Foto: Christopher Pike
Postmedia News/Ottawa Citizen

* Livre Tradução Resumida

Desde que se aposentou, o ex-militar Dave Desjardins tem como melhor amiga Maggie, uma rottweiler de dois anos e meio. A cadela ajuda Dave, de 41 anos, a pegar garrafas de água, retirar roupas da secadora, fechar a porta do refrigerador e até a descer as escadas. Ela também dá abraços no seu dono.

[...] Desjardins, cabo aposentado pelo Exército canadense, foi diagnosticado com estresse pós-traumático em 2005, após retornar de uma incursão pelo Afeganistão. Ele também voltou gravemente ferido nos quadris por conta de exercícios de treinamento.

Pesadelos com soldados sendo explodidos invadiram seu sono, sem contar os ataques de pânico que o deixavam paralisado sempre que se via cercado de muitas pessoas (pavor de multidões) e memórias de membros sendo amputados. Depois de tentar todo tipo de medicamento e conversas infindáveis com psiquiatras, ele descobriu um programa, o Courageous Companions - Corajosos Companheiros. Administrado por um grupo que trabalha com serviços de animais, ele oferece a veteranos de guerra, policiais e outros profissionais que tenham passado por experiências traumáticas, um cão para ajudá-los a superar os sintomas físicos, mentais e emocionais.

"Maggie vai comigo em lojas, shoppings e outros locais onde há multidões. [...] Nesse sentido, ela é mais do que um apoio."

Ele diz  que a cadela de 44 kg, com sua vestimenta amarela de serviço, ajuda a criar uma espécie de bolha ao redor dele quando sai para fazer compras. Se Maggie sente que seu dono está ficando ansioso, ela gentilmente lhe dá um leve cutucão. "Ela me ajuda focar em alguma coisa, ao invés das pessoas ao meu redor. Isso me traz de volta. É como se ela dissesse: ´Ei, olhe pra mim, esqueça tudo ao seu redor!´.

Terry Green, presidente da ASIST (Animal Services & Integrated Support Teams), e que dirige o programa Corajosos Companheiros, diz que os animais podem ajudar as pessoas a recuperarem o chão após uma experiência traumática, bem como ajudar a acelerar do processo. "No momento, estamos começando um trabalho com hospital Royal Ottawa, em saúde mental. Estamos introduzindo, aos poucos, animais dentro do ambiente para que interajam com os pacientes".

O programa, que começou como um piloto para as Forças Armadas canadenses, possui similares nos EUA (Paws For Purple Hearts) e no Reino Unido. Deve ser expandido para outras cidades canadenses depois do sucesso em Ottawa e Winnipeg.

Desjardins diz que Maggie lhe deu um conjunto de novas habilidades para lidar com seu problema, o qual não foi possível adquirir com terapias convencionais, como andar no meio de muitas pessoas novamente e até mesmo sair de casa. "Psicologia convencional é muito sobre falar de si mesmo, de suas experiências...e de revivê-las. O tipo de coisa com a qual Maggie não se importa. Ela não liga para saber o que eu passei, se estou com raiva...ela apenas está aqui quando preciso, é incondicionalmente dedicada ao serviço, sem questionar nada".

No momento, os responsáveis pelo programa da ASIST lutam para conseguir verbas do governo para expandir o programa Corajosos Companheiros no Canadá. Desjardins defende que o programa seja de fato apoiado pelo governo, especialmente nos casos de estresse pós-traumático, pois pôde sentir os benefícios reais de ter um cão para ajudá-lo a se recuperar.

"Certamente há um benefício. Hoje, me encontro em um estado superior, estou relativamente feliz e não quero mais voltar àquela época. Desde que iniciei o programa e passei a trabalhar com Maggie, estou muito melhor do que antes".

sexta-feira, 8 de julho de 2011

O encontro emocionante entre a pequena Diamond e Kate Middleton*





Coisas de Isabella

NT - direto do blog da Isabella...

"Kate e William viveram um momento emocionante na manhã dessa quinta-feira (7) em Calgary, no Canadá. Eles tiveram um encontro com uma fã especial.  Diamond Marshall, de seis anos, foi diagnosticada com câncer em fevereiro desse ano. Ela já passou por inúmeras sessões de quimioterapia e radioterapia, mas mesmo assim foi atrás de seu maior sonho: conhecer a princesa.

Diamond sempre teve fixação por princesas, mas desde o casamento real, ela só fala em Kate Middleton. Da cama do hospital, ela escreveu uma carta para a instituição Children's Wish pedindo para encontrar a princesa.

Assim que Kate desembarcou no aeroporto de Calgary, a pequena Diamond correu pela pista ao seu encontro. Mesmo tímida, Diamond não escondeu a felicidade ao abraçar a princesa, que ficou emocionada.

Desde 1984, a Children's Wish realiza sonhos de crianças e ontem foi a vez de Diamond ter o seu pedido realizado. Muito lindo! A pequena está aguardando cirurgia. Desejamos muita saúde pra ela :)".

sábado, 2 de julho de 2011

Esforço fabuloso salva 4 golfinhos no Canadá*


Dan Maclennan (reportagem e foto)
The Gazette Canadá/The Province

* Livre tradução resumida

Atendendo a um apelo público, várias pessoas organizaram um mutirão para salvar quatro golfinhos em Oyster Bay, Canadá. Um habitante local, que mora próximo da estrada que passa pela baía estava cortando a grama. De repente, viu passar quatro golfinhos, os quais perseguiam peixes em um momento de maré baixa. Quando concluiu o serviço, entrou em casa para se lavar e, ao retornar, enxergou os cetáceos encalhados no meio da baía. Sem perceber, eles foram pegos pela maré baixa em um local muito raso e ficaram sem saída. Ao perceber que ainda se mexiam e debatiam no meio da lama, o homem, chamado Bob Solc, começou a ligar para amigos e conhecidos, pedindo ajuda.

Vizinhos se juntaram a ele. Logo a estória se espalhou pelo Facebook, Twitter e até na rádio local. Um exército de voluntários acorreu para o local. "É fantástico como tantas pessoas apareceram", diz Bob. "A rua está lotada de carros. É muito legal ver todos os vizinhos por aqui, ajudando. Nós puxamos os golfinhos de volta para aquele canal d´água por alguns metros, até que eles tivessem como flutuar na água para além daquele ponto."

[...] Enquanto algumas pessoas mantinham os golfinhos molhados lonas foram trazidas. Um por um, os animais foram gentilmente colocados sobre as lonas e carregados de volta para o oceano. "Foi uma coisa fantástica. Havia muita gente ajudando a molhá-los. Nós estávamos tentando manter baixo o nível de estresse deles enquanto tentávamos carregá-los para a água o mais rápido possível", disse o ex-prefeito da localidade, que também participou do mutirão de resgate.

Ao final, as pessoas festejaram e se congratularam tão logo cada um dos golfinhos nadou para a liberdade. "Foi uma experiência incrível, eu me sinto simplesmente privilegiada por ter feito parte disso, foi ótimo", disse uma estudante.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Fazendo Desenhos Para Salvar Uma Vida*



Reportagem: Pamela Cowan
Foto: Bryan Schlosser
Post News/Canada.com

NT - Esta é a segunda vez em que consigo uma notícia de uma criança arrecadando fundos para uma causa social através de sua arte. Confira  o post que fala de Olivia Bouler, publicada aqui mesmo no blog

*Livre tradução resumida

Anita Soloway e Chris Predinchuck receberam notícias pesarosas em março deste ano. Naquele mês, a filha do casal, Emma - um bebê - foi diagnosticada com um tipo raro de leucemia infantil. A única esperança, segundo os médicos, é a realização de um transplante de medula óssea. Mesmo que consiga encontrar um doador compatível, as chances de Emma sobreviver são de 50%.

O diagnóstico veio quando a criança teve que ser hospitalizada, com pneumonia. Ela começou o processo de quimioterapia, mas o processo foi descontinuado porque ela estava doente demais para comer e começou a perder peso. Em casa, Emma agora está ganhando peso e se prepara para começar novamente com pequenas doses de quimioterapia.

Para complicar a situação, existem também as dificuldades financeiras do casal para manter o tratamento. O custo da quimio é coberto pelo governo da província de Alberta, Canadá. Mas alguns medicamentos que ela precisa tomar, não. Um deles, que ajuda o bebê a tolerar os efeitos da quimioterapia, custa $ 160 e dura apenas duas semanas. A família não possui cobertura de nenhum convênio de saúde.

Ao saber da situação de Emma por meio de uma instituição que arrecada fundos, um menino de 6 anos chamado Dmitri Rosescu (na foto acima) afiou seus lápis e começou a fazer desenhos com o objetivo de vendê-los e levantar dinheiro para uma menina que ele sequer conhece.

Desde que começou a angariar recursos, Dmitri conseguiu, apenas ele, $ 590 para as despesas médicas de Emma. O montante não inclui o dinheiro que ele ainda vai receber quando terminar de desenhar os pedidos de outros compradores. As encomendas de Dmitri vem de algumas empresas e pessoas físicas.

O projeto do menino realmente tocou os corações da cidade em que vive. "A família comprou alguns desenhos, alguns amigos e vizinhos contribuíram e os colegas do time de futebol dele vinham comprar tão logo os desenhos ficavam prontos", conta Shannon, mão de Dmitri. Para poder dar conta do volume de pedidos, Dmitri recrutou a mãe e irmã mais velha, Kasia para ajudá-lo.  Kasia ajuda a colorir os fundos dos desenhos de Dmitri.

Para encorajar a doação de células-tronco, o endereço do site de Serviços de Hemocentros do Canadá é colocado no verso de todos os desenhos. [...]